MÍDIA – Para Hoff, economia da Câmara deve ir para um distrito industrial

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out 6, 2011 No Comments ›› Guilherme Darros

O presidente da Câmara, Leonardo Hoff (PP), defende que o montante a ser economizado com a permanência dos 14 vereadores na Câmara hamburguense seja investido na compra de área para instalação de um distrito industrial, com o objetivo de atrair empresas para o Município. Com a manutenção do número atual de vagas, a Casa economizará mais de R$ 1,2 milhão por ano. Sobre onde estes recursos devem ser investidos, o Jornal NH inicia hoje uma série de entrevistas com os parlamentares. Amanhã será a vez do vice-presidente Matias Martins (PT).

Economia garantida

A economia de R$ 1.221.649,56 por ano foi garantida na terça-feira, quando todos os vereadores hamburguenses votaram favoráveis à manutenção das 14 cadeiras no parlamento municipal. Caso não fosse aprovada a emenda à Lei Orgânica, Novo Hamburgo teria, a partir de 2013, 21 parlamentares na Casa, o que somaria mais de R$ 4,8 milhões de gastos a mais por legislatura – calculando-se apenas o salário de mais sete vereadores, 14 assessores e sete estagiá rios de jornalismo. Ao todo, a Câmara tem direito, pela Constituição Federal, a receber 7% do orçamento do Município. Mas, em Novo Hamburgo, o repasse é feito conforme a média de dinheiro utilizado nos últimos anos, que corresponde a menos de 4%.

PROMULGAÇÃO AMANHÃ
A emenda à Lei Orgânica que altera o Artigo 12 e fixa em 14 o número de parlamentares será promulgada amanhã pela Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo, data limite para que tenha efeito ainda na eleição do ano que vem, que ocorre no dia 7 de outubro. Hoje, o documento deixa a mesa do presidente Leonardo Hoff (PP), que assina a publicação. Amanhã estaremos a um ano do próximo pleito.

Atração de investimentos
Para Leonardo Hoff, Novo Hamburgo necessita de medidas que atraiam novas indústrias. “Temos que ter um planejamento estratégico para retomar o crescimento da arrecadação de ICMS, que fará com que o Município tenha mais dinheiro para investir em outras demandas”, argumenta. Para o progr essista, menos empresas significa menos empregos, menos dinheiro e mais gastos com assistencialismo.

Fonte:  Jornal NH

Foto que saiu na matéria do Jornal NH

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