Leonardo Hoff critica Poder Executivo por não incentivar desenvolvimento econômico da cidade

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mar 28, 2012 1 Comment ›› Guilherme Darros

Enquanto o Prefeito Tarcísio Zimmermann (PT) sanciona projetos de lei que visam aumentar a alíquota do ISSQN em Novo Hamburgo e patina há mais de três anos para construir um projeto de Distrito Industrial no Município, a cidade acaba de perder três importantes empresas para a cidade vizinha, Estância Velha, que já conta com uma área voltada para o desenvolvimento econômico. O ousado projeto do Parque Tecnológico de Estância Velha ganhou destaque no blog do jornalista, Martin Behrend da Rádio ABC 900 que falou sobre a mudança das empresas hamburguenses, que deverá ser anunciada oficialmente na próxima sexta-feira, 30 de março.

Para o vereador Leonardo Hoff (PP), que votou contra o aumento da alíquota em 2011 e que recentemente protocolou na Câmara de Vereadores um projeto de lei que deverá colocar em prática a Lei do Gatilho, as ações da atual administração acabam freando o desenvolvimento econômico da cidade. “Já tivemos aumento dos impostos, fechamento do comércio em domingos e outras medidas que não atraem empresas para a cidade. Pelo contrário, afastam”, afirma o progressista que lembra que sugeriu que o dinheiro economizado pelo Poder Legislativo em 2011 fosse investido em um distrito industrial, mas até o momento nada foi feito.

Entenda a Lei do Gatilho
Apresentada em Canoas pelo Prefeito Jairo Jorge (PT), a “Lei do Gatilho” como é conhecida, determina que se no ano de vigência da redução da alíquota a receita não empate ou até caía, a alíquota volta ao patamar superior. Caso ocorra aumento na receita, como o que aconteceu em Canoas, a alíquota continua baixando. A alíquota em Novo Hamburgo atualmente está em 3%, já em Canoas onde a receita já dobrou, a alíquota está em 2, 25%.


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Comments

  1. Luciano Lessa disse:

    Somente com boas políticas teremos progresso. E na minha opinião, infelizmente a administração atual não está administrando de forma a promover progresso, mas sim discórdia e atraso econômico.

    E as empresas não estão saindo de Novo Hamburgo apenas pela questão do aumento do ISSQN, mas também pela segurança pública, que está sendo visivelmente prejudicada pela administração atual – vide fato de a base governista ter ido contra a moção de repúdio ao baixo efetivo policial…

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