Trensurb assina contrato do estudo de viabilidade do trem em direção a Sapiranga

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set 5, 2013 No Comments ›› Guilherme Darros

Na tarde desta quarta-feira, 4 de setembro, representantes da Trensurb e da Oficina Engenheiros Consultores Associados assinaram o contrato para a elaboração do estudo de viabilidade técnica da expansão da Linha 1 do metrô até Sapiranga. A ordem de início de serviço deve ser dada em aproximadamente dez dias. A partir daí, o prazo de conclusão dos trabalhos é de oito meses.

O diretor-presidente da Trensurb, Humberto Kasper, destaca que o objetivo da empresa metroviária com a contratação é realizar um estudo que atente para o atual momento de desenvolvimento de mobilidade urbana em nosso país. “Alguns tabus de limitação técnica já não existem mais, estudaremos diversas alternativas de viabilidade tecnológica que possam servir para expandir a malha do metrô. Nossa missão é oferecer qualidade e pensar soluções inovadoras para atender a comunidade”, explica.

Já o diretor de Administração e Finanças, Leonardo Hoff afirmou que este é um passo importante para que a expansão realmente saia do papel. “Com este estudo será possível compreendermos a demanda do trajeto e buscar alternativas para oferecer um transporte metroviário qualificado para a região”, salientou Hoff.

A Oficina Engenheiros Consultores Associados foi escolhida através da concorrência 237/2012, em julho deste ano, com base em critérios de técnica e preço. A proposta foi de R$ 1,49 milhão, sendo que o custo inicial estimado era de até R$ 2 milhões.

As conclusões do estudo devem ter como base determinados conceitos e requisitos: ampla acessibilidade; visão estratégica e prospectiva dos deslocamentos; equilíbrio entre mobilidade e proteção ambiental; visão global de políticas públicas integradas e de ordenamento territorial; qualificação da mobilidade urbana; elevado nível de integração física, operacional e tarifária; capacidade e flexibilidade para a adequação a alterações no padrão de deslocamento e demandas futuras; diversidade de integração tecnológica; soluções multimodais, multissetoriais e multi-institucionais; integração com uso e ocupação do solo; compatibilização com sistema viário, circulação e trânsito; transporte público priorizado, indutor do desenvolvimento urbano ambiental e de revitalização de atividades econômicas em áreas degradadas.

A empresa contratada deverá, ainda, realizar os serviços utilizando técnicas de planejamento de transportes comumente empregadas em estudos de semelhantes. Deve usar modelos matemáticos de representação de demanda, deslocamentos, oferta, simulação de carregamentos em redes de transporte e geração de indicadores.

 

 

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