Trensurb assina ordem de início do estudo de expansão até Sapiranga

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set 18, 2013 No Comments ›› Guilherme Darros

No final da tarde de  terça-feira, 17 de setembro, foi dado mais um passo para a expansão da Linha 1 da Trensurb até Sapiranga. A assinatura da ordem de serviço para a elaboração do estudo de viabilidade técnica foi realizada na prefeitura de Sapiranga. O ato contou com a presença do presidente da Trensurb, Humberto Kasper, do diretor de Administração e Finanças da Trensurb, Leonardo Hoff, da prefeita de Sapiranga, Corinha Molling, do Deputado Federal, Renato Molling, do presidente da Câmara de Vereadores de Sapiranga, Gilberto Goetert; o   o diretor da Oficina Engenheiros Consultores Associados, Arlindo Fernandes; o representante do governador do Estado, Nelson Spolaor; e o vice prefeito Campo Bom, Márcio Riguel.

Humberto Kasper lembrou que há 10 ou 15 anos atrás não se debatia sobre a mobilidade urbana e que hoje esse assunto está em pauta no país. “o PAC Mobilidade, lançado pelo governo federal, tem hoje o maior investimento na área”, declarou Kasper. Renato Molling afirmou: “Sabemos que os recursos são limitados e por isso a importância da luta para viabilizar esse projeto, que é fundamental para o transporte da região”.

Já o diretor de Administração e Finanças da empresa metroviária, Leonardo Hoff destacou os primeiros passos que foram dados, ainda em 2012 para que o projeto começasse a sair do papel e destacou a participação da comunidade. “Fizemos debates através de audiências públicas e esta participação deve se intensificar ainda mais. É uma obra de todos e para todos” concluiu Hoff.

A prefeita do município, Corinha Molling, encerrou alegando que este é um momento ímpar para a cidade. “Temos que ter esperança com esse estudo. O trem trará mais conforto e tempo”, destaca.

Quem e como será feito o estudo
A Oficina Engenheiros Consultores Associados foi escolhida para fazer o estudo de viabilidade técnica através da concorrência 237/2012, em julho deste ano, com base em critérios de técnica e preço. A proposta foi de R$ 1,49 milhão, sendo que o custo inicial estimado era de até R$ 2 milhões.

As conclusões do estudo devem ter como base determinados conceitos e requisitos: ampla acessibilidade; visão estratégica e prospectiva dos deslocamentos; equilíbrio entre mobilidade e proteção ambiental; visão global de políticas públicas integradas e de ordenamento territorial; qualificação da mobilidade urbana; elevado nível de integração física, operacional e tarifária; capacidade e flexibilidade para a adequação a alterações no padrão de deslocamento e demandas futuras; diversidade de integração tecnológica; soluções multimodais, multissetoriais e multi-institucionais; integração com uso e ocupação do solo; compatibilização com sistema viário, circulação e trânsito; transporte público priorizado, indutor do desenvolvimento urbano ambiental e de revitalização de atividades econômicas em áreas degradadas.

A empresa contratada deverá, ainda, realizar os serviços utilizando técnicas de planejamento de transportes comumente empregadas em estudos de semelhantes. Deve usar modelos matemáticos de representação de demanda, deslocamentos, oferta, simulação de carregamentos em redes de transporte e geração de indicadores.

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